sábado, 11 de abril de 2020

Olhares madrugadores - Alto dos Moinhos, 11 de Abril. 2020


Para quem já tivesse fotografado estes mesmos locais e paisagens, embora à hora mais tardia do nascer do sol.
Para quem já não tivesse mais sono aquela hora da madrugada.
Para quem, ao raiar  da matina,  não tivesse a chave da casa da vizinha simpática capaz de preparar e oferecer o pequeno almoço e bonitinha ( vizinha imaginária, claro; mas a imaginação dá, nestas  ocasiões, uma ajuda preciosa).

Uma alternativa e decisão sensata e saborosa, seria, e foi, voltar a fotografar tudo mas antes do nascer do sol.

E foi isso mesmo que daí resultou e aqui fica para deleite, ..., será que deleite fica bem neste introito  ás minhas fotos? ... de quem, agora, as queira ver!

Saúde, bom confinamento e, não liguem a pormenores clubisticos porque, se isso fosse importante, eu teria ido de aqui ao RESTELO!
Com a certeza de vencer!
Corta Vicente!

Abraços.
Carlos Pereira Martins

 Hospital dos Lusiadas
 Luz
 Colombo


 Estrada de Benfica e Monsanto

 Externato Maristas
 Ó Lua que vais tão alta !

 Escola Delfim Santos, hospital da Luz, Alto dos Moinhos
 Colombo e Estadio da Luz

Colégio dos  Maristas
 Monsanto



sexta-feira, 10 de abril de 2020

Estrada de Benfica, sexta feira, dia 10 de Abril, deste Santo Ano da Quarentena!

Não costumo ser cusco, ouvir as conversas dos outros, muito menos, se acontece porque teve que ser, colocá-las na praça publica.
Há sempre uma excepção que acaba por confirmar a regra.

Caminhava até ao Jardim Zoológico agora num lado da via, num passeio, ora noutro, conforme o fluxo de pessoas. Ia tranquilo à frente de um cidadão que desconheço, ou melhor, já o tenho por aí encontrado.
Ele contava à esposa, presumo, pelo telefone, o que sucedera há pouco.

Atrás dele, vinham duas cidadãs, família ou vizinhas, por certo. E não pode deixar também de ouvir o desabafo de uma para a outra: "mas eu já não tenho um euro na conta, tenho aqui dois euros na carteira e vou comprar pão para ver se com ele vão calando a barriga. Fui ao Banco mas já lá não tinha nada. vinha ali ao Talho do Carlos ver se comprava uns corintos ou alguma carne picada para dar para amanhã e domingo. Olha, vou pelo mesmo caminho e não sei como vai ser !".
O homem de quem eu ia à frente confirmava à mulher que a história era mesmo verdade pois ele tinha ido levantar dinheiro ao Montepio ali ao lado e recolheu o talão da cliente anterior, que era essa cidadã de quem tenho estado a falar e o saldo disponível era de 1,80 euros.
Não levantou, claro. O multibanco não dá moedas!

O cidadão que eu não conheço e ouviu toda a conversa, deixou-se ficar para trás e ultrapassar pelas senhoras, para ver o andar da carruagem. Sim, porque pelo andar, muito se pode ver da qualidade do que lá vai dentro.

E foi então que teve, repentinamente, uma ideia tão exemplar que me levou a fazer de cusco e aqui reproduzir tudo isto.

Disse ás senhoras que,, queria ir ao talho mas tinha muito receio, pela idade e por deficiências de saude com que se confrontava, de se colocar na pequena fila e ir lá dentro. Que lhes propunha se o poderiam fazer por ele e as gratificaria mesmo com 5 euros. Só queria meia dúzia de bifes e 300 gramas de carne picada. E o negocio ficou feito dispondo-se as senhoras a fazê-lo sem qualquer recompensa. Assim foi e a outra ficou próximo dele, cá fora, à espera. Mas bifes, de quais? O que quer?
Que nada, que comprasse como se fosse mesmo para ela, não sabia escolher bem, sequer.

Voltou a senhora com os bifes e a carne. Pagou-lhe e nem lhe falou da gratificação dos 5 euros que lhe prometera.
E, quando ela se preparava para lhe dar o saco do talho com as carnes, o cidadão disse-lhes bom dia, desejou-lhes boa páscoa e saiu disparado Estrada de Benfica fora na direcção do Califa, sem mais voltar a cabeça para trás. Mas ainda lhes disse que tinha, por acaso, ouvido a conversa e o desespero dela.

Momentos bonitos destes dias de confinamento. Seria tão bom que se replicassem por muito mais sítios !
Ou, como diz o meu querido Tio Silvério, da Aguieira, em Viseu, ... lindo, lindo, lindo !!!!!

Abraços. Saúde.
Carlos Pereira Martins


quarta-feira, 8 de abril de 2020

Uma agenda para a Europa, ou para o Mundo

Carlos A Pereira Martins
Former Member / Ex Conselheiro

European Economic and Social Committee  


Uma agenda para a Europa, ou para o Mundo: 
1º- Sentir fraterno; 2º - Sentir Solidário; 3º - Mutualização do futuro possível; 4º Um Plano Conjunto de Progresso e Entre-Ajuda Europeu


Declaração de interesse: são sete horas da manhã do dia 9 de Abril de 2019. E dormi tranquilo, sereno e sem  pesadelos ao acordar.

Pensamos e sentimos, talvez, demais.
Não seria assim se fossemos mais meio termo, um pouco mais mineral e um pouco menos animal. Pensaríamos e sentiríamos, talvez, menos.
E, por esta razão, talvez, sempre a minha falta de certezas expressa neste talvez, quando voltar a ler este texto, sinta que já não concordo com o que agora escrevo. No todo ou, talvez, de novo a falta de certezas, em parte.

Um momento importante na vida politica do dia de hoje foi protagonizado pela Ministra da Agricultura. Quando fez um forte e convincente apelo para que as pessoas, ao contrário da prática dos ultimas semanas de açambarcar enlatados que, na maioria dos casos irão resultar em refeições enjoativas, de sabor duvidoso ou em desperdícios que verão os prazos de valide ultrapassados pelo correr dos dias e dos acontecimentos, passem a comprar e consumir produtos frescos, frutas e legumes, no caso.

É um gesto politico do maior relevo.
Porque significa um impulso que poderá ser decisivo para duas coisas. O renascer de uma parte da actividade económica, dar alguma vida, oxigenar e dar alento aos circuitos de produção agro-alimentar e ao consumo desses produtos, assegurar alguma vitalidade no emprego, e, de outro modo, colocar um travão a algum açambarcamento ou compras à toa de produtos que pouco adiantam a não ser numa situação de total desespero, o que, felizmente, não é, pelo menos por cá e para já, o caso.

Talvez, e de novo esta minha falta de segurança ou certeza no que penso, amanhã já ache que isto deva ser revisto, alterado. Hoje, penso que as saídas, na Europa e no resto do Mundo, também, só poderão ser encontradas com êxito numa base de entre-ajuda, de muita solidariedade activa e de renuncia dos egoísmos que por muitos sítios se têm visto.

Mais do que um Plano Marshall para a Europa pós virus, será necessário um Plano Marshall, talvez por isso agora seja mais apropriado chamar-lhe um Plano Universal, baseado nessa entre-ajuda e solidariedade activa com renuncia clara dos impulsos egoistas e egocentristas, mas para todo o Planeta.

Hoje, sem certezas, repito, acredito que do ponto de vista epidémico, da saúde, as coisas se vão recompor e mais breve do que se esperaria há uma ou duas semanas. E em grande parte do globo.
Mas haverá situações que poderão vir a complicar-semuito. Mesmo do ponto de vista sanitário, claro. Exactamente pela falta estrutural desses requisitos solidários e de entre-ajuda, de alicerces sociais , de fragilidades dos sistemas sociais e de acesso à saúde e aos bens essenciais pela esmagadora parte da população, em caso de grande catástrofe como a que se vive.

Na visão que mais desejo, passaremos por enormes situações de crise económica, financeira e social. Mas, a pouco e pouco, tudo se irá normalizando. A muito pouco e pouco. Os cenários mais prováveis serão de crise e acompanhada  de enorme recessão e  depressão.

Terá que haver bom senso e muito tino para não juntar no cadinho um conflito militar  mais generalizado, o que tornaria tudo ainda mais complexo e duvidoso do ponto de vista da esperança tão necessária  e determinante.
Acredito que a verdade dos dias que correm estará algures bem guardada nos núcleos mais restritos e seguros dos mais fortes Serviços Secretos. E de lá não poderá sair sequer pitada. Para que um cogumelo gigante não se erga nos céus mais azuis e promissores deste  planeta amedrontado.

Mas há outros cenários, de economias até agora muito prosperas, dominantes, continentes inteiros que se acreditavam imunes à pobreza e caos generalizado, e que poderão não ter hipótese de o evitar. E pior se pode ainda recompor este puzzle. Mas, nisso, nesses cenários catastróficos e de desgraça, não quero nem falar nem ouvir prognosticar. Não significa que seja menos consciente que os demais, apenas para não trazer maus agoiros e não  vir perturbar a Esperança,  ela  que é tão necessária!

Esperança  tão necessária  como a existência de fortes e decididas lideranças europeias e mundiais, precisam-se em absoluto. Tanto como uma decisão urgente no sentido apontado da solidariedade e dos valores fraternos da construção europeia se precisa de uma decisão unanime do Eurogrupo quanto ás emissões de Divida Conjunta ou de um Plano Marshall que agora deverá esquecer o nome do seu predecessor e deverá ser um  Pano de Progresso e Ajuda Mutua Europeu.

Mas, reconheçamos, faltam lideranças, faltam Churdhills, Rooselvelts,  e De Gaulles.  Ainda se não fabricam em impressoras 3D !
O mais parecido com estes de que se dispõe, presentemente, na Europa e no Mundo, chama-se Antonio Costa e é Primeiro Ministro de Portugal. É a versão de Estado, das salas de concerto das grandes  orquestras sinfónicas, de musica e ambientes clássicos. E há, no entanto, uma versão também eficaz e que se quereria também replicavel, versão mais de consumo popular, de fácil acesso pelas populações, que leva conforto generalizado tal como o faz a aspirina, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa. 

Creio, e não vou prosseguir com uma oração católica apesar da época pascal, no poder da musica e das palavras apropriadas nos corações de cada um de nós.
Voltando quase ao princípio, afinal, também nenhum homem ou mulher é só mineral. O sentir animal, a emoção,  conta e conta muito decisivamente, quase sempre.

Se eu fosse o Dr Mario Centeno, começaria o próximo Eurogrupo sem palavras, sujeitava toda aquela gente dos diferentes Estados Membros a uns minutos bem prolongados de audição da musica da Carmen, de Bizet, cantada pela Maria Callas.
E insistiria por largos minutos, ate que fosse bem interiorizada e se tornasse visível nos rostos mais fosseis, mais mineralizados. 
Não creio que esses minutos de audição da musica da Carmen e a voz de Maria Callas  não tivessem um impulso decisivo no despertar do que de solidário há com toda a certeza, aqui tenho certezas, nos corações de todos e cada uma das pessoas. Não uma Tosca, de Pucinni, que essa é mais de morte e cinzenta, a Carmen!

Claro que sei que há e haverá sempre uns quantos que, à custa de comprimidos ou já por deformação  dos aurículos, dos  ventrículos  e  das coronárias, se mostram distraídos, ou preferem fazer-se  longe da realidade e das fragilidades que os e nos rodeiam. Mas, esses, são franjas marginais. São  marginais em todo o sentido.

Depois, colocaria as propostas de novo na mesa. E. só depois, a votação. Voltando a frisar a importância do momento e a necessidade do sentir solidariedade, Just now!

E, talvez, para que esta Europa e este mundo possa reencontrar um caminho para um futuro que não será certamente aquele para onde nos dirigirmos, mas poderá, de certa forma, até vira a ser melhor, mais consistente e humano,  a Carmen, a voz da diva e o sentir de cada coração ali chamado à realidade e esquecendo egoísmos e agendas de poder pessoal  ou de grupos, pudessem vir a resultar.
  

O exemplo dado na manhã passada pela Ministra d Agricultura portuguesa, o incentivo à retoma da vitalidade dos circuitos mais simples por onde tem que voltar a correr o sangue que fará bombear e bater ritmado o coração das economias, alicerçado nos pressupostos que enunciei para o Plano de Progresso e Entre-Ajuda Europeu, tem que ser o ponto forte da agenda europeia já para hoje.

De contrário, mesmo sem o querer fazer, estarei a refazer este texto brevemente e com os cenários e narrativa que hoje nem por sombras quero tocar.
O assunto é sério, os dias tornaram-se de chumbo, as soluções de verdade muito prementes, a urgência tão necessária e actual como a solidariedade, o sentir fraterno, a mutualização dos nossos futuros colectivos. Todos eles.

Carlos Pereira Martins
(Economista, 9 de Abril de 2020)



sábado, 4 de abril de 2020

UMA GUERRA AMIGA !


São 7 horas deste novo sábado de Abril.
Da minha janela, com estas cores do raiar do dia, ninguém diria que se trata de um novo dia de guerra. Tem também o chumbo próprio dos pesadelos, das perdas que teremos que suportar, das ausências e dos medos, mas tem a promessa que o calor do sol, o fogo, dissipará  essa negritude.

Na guerra, há quem morra de fogo provocado pelo inimigo e quem sucumba, por azar, ao fogo amigo, provocado pelos seus camaradas e que o apanha, sabe-se lá porquê.

Este espreitar o dia que aí vem, que será mais um de guerra, em que lá mais para o fim da manhã poderemos saber das novas contagens  de mortos e feridos, fez-me lembrar esta característica dos mortos em combate e das guerras que sempre temos tido e conhecido.

Fogo amigo, dizem sempre nas noticias. como se alguma vez, nas balas, nos tiros e nas guerras pudesse haver uma réstia de amizade !

Mas, ao contrário de tudo isso que eu possa sempre ter pensado, neste caso, estamos mesmo numa Guerra Amiga.

Sim, porque, ao contrário de todas as outras guerras, não há homens contra homens, uma parte da Humanidade contra outra. O combate, neste caso, é contra um inimigo invisível, um virus, mas que, na luta pela Vida, nos une a todos. 
Os homens estão unidos, o combate é de todos nós, de todos os povos, países, nações, cidades, vilas, aldeias e povoações. Mesmo dos cidadãos. Todos. 
Só os tolos, os desprovidos de senso, de juízo, se deixam ficar de fora. Coitados, a cabeça não lhes dá para mais. Alguns desses, armam-se em messias, arrotam ódios contra tudo e contra todos, são incapazes de se colocar ao lado  de todos os outros, guardando, está visto, o indispensável  distanciamento social !
Sim, porque mesmo na igualdade, todos somos diferentes, no ser, no sentir e no pensar.

As cores do raiar do novo dia são quentes, bonitas e prometedoras.
Prometem esperança, prometem e acalentam não só a esperança mas muita vontade de vencer.
Quero cá estar para ver e celebrar mais essa vitória. Afinal, faço parte de uma geração que celebrou muitas vitórias. Esta, será nova, diferente e muito saborosa. Será a vitória da  Vida!
Não sei se cá estarei ou não. Na verdade, qualquer de nós pode vir a ser um dos escolhifdos pelo infortúnio e não poder estar presente  na hora da vitória. E, isso mesmo, ter plena consciência dessa possibilidade que é real, deveria ser o suficiente para nos moldar o caracter, as atitudes, o coração e as palavras com humildade, colocar tantos que se julgam imortais, senhores de tudo, das verdades, das teorias, do conhecimento e das narrativas, ao nível do chão, do caminho que se pisa e da calçada. Nesta guerra, para a vencer, precisa-se, em vez de balas, de humildade, civismo, ética, amor fraterno por todos os  outros e muita inteligência e boas práticas para a vencer.
Talvez seja pedir muito. Pedir demais, mas, já os meus avós diziam, "com raio!", pedir e tentar, não custa.
Saúde, bom fim de semana, cuidem-se e passem bem. 
Com a certeza de vencer, como se diz em Belém e olhem que não é no Palácio!

Carlos Pereira Martins 









quarta-feira, 1 de abril de 2020

Mais "um novo dia a menos" neste confinamento !

Esperei pela chegada de mais um novo dia a menos na quarentena !

De casa,  do Alto dos Moinhos.
De um lado Monsanto, do outro o Colombo, a Segunda Circular e o Hospital dos Lusíadas.
Até um arco-iris veio saudá-lo !
























segunda-feira, 30 de março de 2020

O meu enorme, Grande, estimado e querido Tio Silvério!


Esta é uma rectificação ao que já antes publiquei.
E o erro é muito compreensível. Do meu lado paterno, estão, felizmente,  vivos, depois da partida de meu pai em Setembro último, o meu Tio João que completou já 100 anos, a minha Tia Lídia, Doroteia, freira, com 89 anos, e o Tio Silvério que vai fazer este ano 85.
O Tio Silvério leu por telefone o que escreveu. Mas à querida Tia Lídia, já lhe escapam palavras pelos cantos do véu! O ouvido já não é o que era!

Então, como o meu Tio Silvério, o grande capitão, durante muitos anos, do Académico de Viseu, faz versos e brinca com tudo o que entende que pode levar boa disposição aos outros, e hoje me leu  a versão correcta, cá fica.

Com um grande abraço para ele, para toda a família  em Viseu e para os nossos amigos espalhados um pouco por todo o lado.

"O terrível coronavirus quer acabar com o Mundo
Ataca velhos e novos, bem vestido ou vagabundo.
Traiçoeiro, temerário, ataca pela calada.
Aproveita-se da saliva ou da impressão da dedada.

Já morreram uns milhares
Mas mais alguns vão morrer.
Aproveita, FICA  EM  CASA
Só  assim  vamos  VENCER !


A Esperança nunca morre,
Lutaremos com determinação.
Ainda vamos ser mui felizes
Antes da entrada do Verão !  "

Fiquem bem. Cuidem-se.
Abraço rijo para o meu Tio Silvério.
Carlos PM

Silvério Martins - 84 anos
 Irmã Lídia Martins - 89 anos
João Martins - 100 anos



sábado, 28 de março de 2020

Miranda Calha


Miranda Calha.
Adeus meu bom amigo, companheiro e camarada!
Amigo de muitos anos. Assistiu como secretário de Estado do Desporto, em 1995, no CCB, á minha tomada de posse como Presidente do Conselho Fiscal do CFB.
Dei-lhe o meu lado direito, no Camarote do Restelo, por muitas vezes, enquanto fui Presidente da MAG do Clube, era nosso vizinho, vivia ao cimo do Estadio e gostava do Belenenses.
Fui membro da sua Comissão de Honra na candidatura à Junta de Santa Maria de Belém, em 2013.
Perdi hoje um amigo, o Calhinha de Portalegre como eu lhe chamava muitas vezes.
O Partido Socialista perdeu um dirigente e um dos mais antigos Deputados que agora se retiraram.

Sentidos pesamos à Exma Família e ao Partido Socialista.

Carlos Pereira Martins
Em 2013, nas eleições autárquicas, em Belém