terça-feira, 20 de julho de 2021

Encontros Imaginários - A Barraca - de Hélder Mateus da Costa

Ontem, dia 19 de Julho, mais uns Encontros Imaginários com Candido de Oliveira interpretado por Fernando Correia, jornalista, Lucilia do Carmo interpretada pela fadista Katia Guerreiro  e o pugilista Belarmino, interpretado pelo militar de Abril José Fernandes.

O texto foi magnífico, como sempre e como todos os que são regularmente escritos pelo seu autor, Hélder Mateus da Costa.

Talvez em imagens a noção do que ali se passou possa ser mais clara!

Cá ficam com um Abraço Rijo, para todos.

CPM

























sábado, 10 de julho de 2021

Assunto sério que nos passa muito ao lado.

 Assunto sério que nos passa muito ao lado.


Não faço ideia do motivo que me trouxe este assunto à lembrança enquanto hoje conduzia ainda cedo para ir à Baixa buscar jornais, revistas e coleccionáveis que me fazem o favor de me guardar metódicamente já há algumas dezenas de anos. mas lembrei-me aquela hora ao ver ainda alguns camiões de distribuição de alimentos e outros bens, de aspectos que tratei no tempo em que fui Presidente em Bruxelas de vários Pareceres sobre Segurança Rodoviária, Segurança Aeroportuária e temas afins.

Vieram-me à memória tantos camionistas, no caso os portugueses, que semanalmente atravessam a Europa para levarem ou trazerem bens da mais variada natureza, sobretudo alimentares, produtos agricolas ou industriais. Pessoas que obrigatóriammente devem fazer paragens e pernoitar nas cabines dos camiões escolhendo áreas de serviço por suporem haver mais segurança.
E alguns desses condutores são mulheres, ou conduzindo à vez com os maridos ou mesmo sózinhas. Gente de coragem e de trabalho.

Mas é um facto e os numeros são conhecidos e estão disponiveis, que os roubos são muitos, os assaltos, sobretudo em França, quem diria, no norte de Espanha e certas regiões da Alemanha.


Em grande parte são roubos de gasóleo ou mesmo das próprias cargas. Os condutores, na noite escura, fazem por não se mexer, como se dormissem e não darem por nada, para evitar confrontos e serem talvez mortos. Vá-se o gasóleo ou parte da carga e salve-se a vida!

Mas por vezes as cabines são violadas, atacadas também. Aí, é o pior e não se deseja nem aos inimigos situações dessas.

Ora, vem acontecendo cada vez mais, sobretudo desde a crise financeira de 2008 a 2013 e agora com a pandemia, que as luzes e as cameras de segurança das ´reas de serviço em França se desligam a partir das 22 horas.

Será um contra senso mas é assim mesmo que se passa. E, não fosse já esta profissão de grande desgaste físico e psíquico, estas medidas de contenção decustos pelas auutarquias ou concessionárias de auto estradas, agravam em muito o risco inerente à profissão que permite que tenhamos os alimentos cada dia, que exportemos o que produzimos, que importemos o que nos faz , em princípio, muita falta.

A matéria é muito séria.
Quem o possa fazer e tenha acesso a quem resida em França ou na Alemanha poderá mesmo partilhar este meu "post" para que , talvez, chegue ao conhhecimento de quem, nesses paises, possa inverter a situação.

Continuo não a querer mudar ou endireitar o mundo mas a exercer deveres e direitos de cidadania.

É fundamental não assobiarmos para o lado porque ainda não nos tocou.

Pelo nosso bem comum, ajudem, colaborem e façam o que puderem.

Abraços dos rijos

Carlos Pereira Martins
(Um mero Cidadão militante)